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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Transporte Gratuito para o HEMORIO

O HEMORIO convida você a fazer parte de uma corrente de pessoas dispostas a colaborar com a doação de sangue: caravana solidária. Se você reunir um grupo de no mínimo 14 pessoas (na sua comunidade, empresa, escola ou igreja), o HEMORIO facilita o transporte (com o limite de distância de até 120km ida e volta). O serviço é oferecido de segunda à domingo. Lembre-se: cada doação você pode ajudar pelo menos 04 vidas. Cada caravana solidária você multiplica a solidariedade 04 x 14 = 56 vidas atendidas Maiores informações através do Disque Sangue 0 800 282 0708 ou no Setor de Promoção à Doação de Sangue (2332-8629). Obrigada! Dra Maria Esther Lopes HEMORIO - Coordenadora Técnica de Hemoterapia Setor de Promoção à Doação de Sangue Tel.: 2332 8629.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

RENDA MELHOR COMPLEMENTA A ( BOLSA FAMÍLIA)


ASS. SOCIAL E DIR. HUMANOS

PROGRAMA RENDA MELHOR



 



Programa Renda Melhor, elaborado pela Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos a partir de orientação do Governador Sérgio Cabral, é parte integrante do Plano de Erradicação da Pobreza Extrema no Rio de Janeiro e tem como objetivo assistir com benefício financeiro as famílias que são integrantes do Programa Bolsa Família, do Governo Federal. O Governo do Rio de Janeiro visa assim alinhar-se ao desafio nacional pela superação da pobreza extrema, lançado pelo Governo Federal, com o Plano Brasil Sem Miséria.

As famílias atendidas pelo Renda Melhor são as que mais precisam de um apoio para superar a situação de pobreza extrema. Os benefícios podem variar de R$ 30 a R$ 300, de acordo com a condição de vida de cada família.
O Governo do Rio de Janeiro entende que a pobreza não é apenas uma baixa renda mensal. Estar na pobreza é também não ter acesso à moradia adequada, à educação, à saúde, a um trabalho decente e ao saneamento básico.

As necessidades de uma família com crianças e idosos são diferentes daquelas famílias compostas apenas por adultos. E tudo isso é levado em conta para definir quanto cada família deve receber do Renda Melhor.

Além do benefício mensal do Renda Melhor, o plano de erradicação da pobreza extrema do Estado do Rio de Janeiro inclui também Programa Renda Melhor Jovem>, realizado em parceria com a Secretaria de Educação, que oferecerá incentivo financeiro para o jovem se mantenha no fluxo regular de ensino e conclua o Ensino Médio.

O Plano será implementado em caráter piloto em três municípios no ano de 2011: O primeiro município a ser beneficiado será Japeri, que tem o pior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Estado, onde cerca de 27% das famílias, o que corresponde a 9.785 famílias, são beneficiadas pelo Programa Bolsa Família, do governo federal e 5.536 famílias serão beneficiadas peloPrograma Renda Melhor.

Seguido por Belford Roxo e São Gonçalo, o programa vai atender cerca de 50 mil famílias, no ano de 2011 e serão investidos cerca de R$ 35 milhões. O Governo do Estado do Rio de Janeiro pretende estender gradativamente o programa para outras cidades fluminenses.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Como Fazer a Mala Para a Maternidade


Parabéns! Você está na retafinal, e em poucas semanas vai matar aquela incontrolável curiosidade de ver acarinha do seu filho. Finalmente chegou a hora de preparar suas coisas e amalinha do bebê para levar para a maternidade. 
Com tantos preparativos finais, talvez seja uma boa idéia imprimir a lista aseguir de itens essenciais para não esquecer de nada. É aconselhável que asmalas estejam prontas quando você já estiver com 36 semanas de gestação, assimvocê evita estresse nos minutos finais, quando poderá estar em trabalho de parto e com a mente totalmente focada no quevem pela frente! 
Você não vai querer se esquecer de nada! 

O que levar para você 

 Camisolas ou pijamascom abertura na frente parafacilitar a amamentação (pelo menos três -- eles podem sujarpor causa do sangramento pós-parto) 
Penhoar para andar peloscorredores do hospital depois do parto e para receber visitas 
 Chinelo ou sandália de dedo 
 Meias 
 Sutiã de amamentação 
Conchas ou absorventes para os seios 
 Produtos de higiene pessoal como escova, xampu, condicionador,sabonete, escova de dentes e pasta (a maternidade pode até oferecer, mas vocêvai preferir os produtos a que já está acostumada). Leve também um batonzinho,afinal vai ser inevitável você sair nas fotos e filmagens. 
 Absorventes -- lembre-se de que é normal ter sangramento depois do parto (tanto vaginal como cesárea). Oshospitais costumam fornecer absorventes, mas leve pelo menos uma embalagem dotipo noturno, se você tiver uma marca preferida. 
Roupas para a saída do hospital quesejam folgadas e bem confortáveis, já que a barriga de grávida não some de umdia para o outro! 
 Máquina fotográfica e pilhasextras 
 Filmadora e carregador debateria, se tiver 
 Livros e revistas 
 Lembrancinhas e enfeite deporta, se tiver preparado esses itens com antecedência. Se não, não sepreocupe, eles não são essenciais. 
 Lista com os telefones daspessoas a serem avisadas do nascimento 

 

A malinha do bebê 

Não se preocupe com as fraldas descartáveis, que costumam ser cedidaspelas maternidades e hospitais. Você vai precisar levar: 
• 6 macacões tamanho RN 
• 6 bodies ou camisas tipopagão 
• 6 calças com pé (mijão) 
• 1 manta de algodão 
• 2 xales de linha ou lã (pode ser um só, especialmente seestiver calor) 
• 2 casaquinhos de lã, depreferência com botões na frente e que não tenham que passar pela cabeça 
 Fraldas de tecido para apoiar no ombro ao colocar o bebêpara arrotar 
• 6 paninhos de boca 
• 6 pares de meias, seestiver muito frio 
É bastante roupa, mas os hospitais pedem roupinhas reservas para garantir quenão haja imprevisto. 
Lembre-se de lavar tudo antes com sabão de coco ou neutro e de separar asroupas que sejam adequadas para a época do ano. É verdade que os bebês aonascer precisam ser mantidos em temperatura mais quente, mas não
xagere nos agasalhos, porque eles podem deixar seu filho desconfortável.Se estiver na dúvida, peça orientação às enfermeiras da maternidade nasprimeiras trocas. 
As maternidades preferem que os bebês não usem lacinhos nem pulseirinhas, quepodem acabar se perdendo nas trocas. 
Atenção: Além da mala, na hora de sair de casa há outros itens que vocêdeve se lembrar de pegar. Faça uma lista e deixe bem visível para verificar, napressa de sair, se não esqueceu nada: 
• carteirinha do plano de saúde 
• cartão de pré-natal ou carta do médico com informações do pré-natal 
• documentos pessoais.         



http://enfermagemdasaude.blogspot.com/

Atenção à saúde é ampliada para gestantes e bebês





Atenção à saúde é ampliada para gestantes e bebês 
22/11/2011 

        O Ministério da Saúde divulgou as informações e procedimentos aos municípios para a implementação de dois benefícios adicionais às famílias do Programa Bolsa Família que tenham gestantes e crianças menores de seis meses. Eles fazem parte do conjunto dos benefícios variáveis do Programa Bolsa Família (PBF), cuja quantidade máxima por família foi ampliada de três para cinco benefícios variáveis – que pode ir de R$ 32,00 a R$ 160,00. Serão pagas nove parcelas mensais a partir da identificação de que a beneficiária é gestante e após a inclusão na folha de pagamento do PBF. Outras seis parcelas consecutivas virão em seguida, mediante identificação no Cadastro Único da existência na família de crianças até seis meses.O Bolsa Família é conduzido pelo Ministério do Desenvolvimento Social.Os benefícios para gestantes entre 14 e 44 anos e para mães de crianças de até seis meses reforçam a importância da atenção à saúde nestas fases do curso da vida. Além disso, contribuem para a proteção à mãe e ao bebê durante a gestação e os primeiros meses de vida da criança, elevando a renda familiar em duas fases essenciais ao crescimento e desenvolvimento da criança: a fase do desenvolvimento gestacional e a primeira infância.“A participação do Ministério da Saúde nesse processo é de extrema importância, pois esses dois novos  benefícios variáveis do PBF serão concedidos pelo MDS a partir do momento em que se identifica na rede de atenção à saúde se há grávidas ou crianças de até seis meses  nas famílias beneficiadas pelo Programa Bolsa Família. Ao identificá-las, o Ministério da Saúde informará mensalmente o MDS sobre as famílias que serão contempladas. Com isso, colaboramos diretamente para o sucesso da política de transferência de renda que é fundamental no Plano Brasil Sem Miséria”, considera o diretor do Departamento de Atenção Básica, Hêider Aurélio Pinto. Ele lembra que gestantes e crianças de até seis meses  estão entre os membros mais vulneráveis das famílias beneficiadas pelo programa.A coordenadora de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Patrícia Jaime, observa que além de colaborar para que gestantes e nutrizes crianças usufruam de seu direito ao benefício complementar, o Ministério da Saúde também qualifica o atendimento para esse público específico, estimulando a realização de exames pré-natais, orientando as mulheres para a amamentação e preconizando hábitos que resultem em uma gestação saudável.Para a concessão do benefício variável à gestante não será obrigatório ter iniciado o pré-natal. No entanto, uma vez concedido o benefício, a gestante deverá realizar os exames e consultas. O objetivo do benefício variável para as mães de crianças de até seis meses  é garantir melhores condições de nutrição à mãe, se ela for a responsável pela(s) criança(s), e ao bebê, auxiliando na promoção da segurança alimentar e nutricional, dada a grande relevância da amamentação nos primeiros seis meses de vida. Para que a família continue a receber o benefício variável para nutrizes, é necessário que as crianças menores de seis meses estejam com o calendário vacinal atualizado e com o acompanhamento nutricional (peso e altura) realizado pelo SUS.
Fonte Site MS www.saude.gov.br

Observação: Basta Acessar o numero do NIS, colocar no campo gestante e o DUM.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Recém-nascido: 18 cuidados essenciais

Recém-nascido: 18 cuidados essenciais

O nascimento do primeiro filho gera ansiedade dúvidas: por que ele não para de chorar? O que fazer para aliviar as cólicas? Qual o jeito certo de segurá-lo? Descubra 
1. Por que o recém-nascido chora tanto?
O bebê chora porque quer alguma coisa. Os motivos variam: fome, fralda suja, frio, calor, posição desconfortável, incômodo, irritação por barulho ou luz, estresse diante da movimentação de adultos e por aí vai. É claro que, às vezes, o cansaço e a falta de sono podem fazê-lo perder a paciência. Mas lembre: essa é a única forma de expressão do pequeno. Se você perceber que está irritada demais, peça ajuda a alguém, tente sentar, respirar fundo e se acalmar. Tudo vai dar certo. Mesmo porque, a partir dos quatro meses, a tendência é que o pequeno chore menos.

2. O que posso fazer para aliviar as cólicas?
A cólica é um fantasma que habita o inconsciente coletivo das mães, já que ela realmente pode tornar a vida dos pais um tanto angustiante nas primeiras semanas de vida da criança. Mas não perca as estribeiras. As cólicas são normais. Fazem parte do amadurecimento natural do sistema digestivo do pequeno. E não adianta medicar ou dar produtos naturais. Isso pode ser até perigoso, causando intoxicações. O melhor remédio é o leite materno. Aquecer a barriga, aconchegar o bebê e deixá-lo na posição fetal também são medidas que ajudam a contornar a situação. Agora, é preciso saber se a cólica é mesmo o motivo da choradeira. A confusão é bastante comum. Choro de cólica é aquele mais intenso, que começa e termina de forma repentina.

3. Posso dar água ou chá para meu bebê?
De preferência, não. O leite materno nutre, hidrata e acalma, suprindo todas as necessidades da criança. Quando a mãe dá chá ou água, o pequeno deixa de tomar o leite materno e ingere quantidades menores de proteínas e calorias necessárias para o seu desenvolvimento. Sem falar que a maioria dos chás contém estimulantes que deixam o bebê agitado. Se forem servidos com açúcar, pior ainda. Os grãos podem fermentar e causar cólicas. Além disso, há o risco da chamada confusão de bicos, que faz com que a criança largue o peito da mãe sem necessidade e adote a mamadeira.

4. Qual o jeito certo de segurá-lo?
É normal: carregar um recém-nascido dá aflição. Até mesmo para a mãe. Afinal, segurar no colo alguém tão pequenino e flexível requer bastante cuidado – mas nada que você não tire de letra nos primeiros dias. Como a musculatura do pescoço é pouco desenvolvida, é preciso apoiar bem a cabeça e as costas do bebê. A melhor maneira de fazer isso é encaixar a cabeça na dobra do cotovelo e as costas no antebraço. Importante: nunca faça movimentos bruscos e preste atenção para não pressionar demais, ou bater, a parte superior da cabeça da criança, também chamada moleira, já que os ossos do crânio ainda não estão totalmente formados.

5. Qual o melhor horário para dar o banho?
Não existe regra. Em geral, as mães preferem dar à noite para acalmar a criança antes do sono, além de contar com a ajuda do marido. Mas o critério é pessoal. Pode ser em qualquer horário. O mais importante é verificar a temperatura da água com a parte sensível do seu braço, ou com o punho. Se estiver morna, coloque o bebê ali sem receio. Não há necessidade de termômetro. Mas, caso queira usá-lo, veja se marca algo entre 36 e 37 ºC. Ao entrar na água, ele chora? Não se culpe por isso. É normal esse tipo de coisa acontecer. Os pequenos se assustam nessa hora por insegurança. Para contornar a situação, enrole-o em uma fralda de pano em posição fetal. Isso lhe trará o conforto e a segurança de que tanto necessita. Depois, vá soltando a criança ao poucos, até ela se acostumar.

6. Em que posição devo colocá-lo para dormir?
De barriga para cima, e sem neura. Os estudos mais recentes mostram isso. Fique tranquila se o leite voltar. Seu pequeno terá reflexos para se defender. Ainda assim, é muito importante só deitá-lo depois de arrotar. Se a criança regurgita demais, é possível usar suportes triangulares para mantê-la deitada de lado, sempre com travesseiro do tipo antissufocamento. Em caso de refluxo, além do acompanhamento médico, procure inclinar a base do berço o máximo que der. Só não passe dos 45 graus.

7. É normal fazer cocô muitas vezes num único dia?
No começo, o bebê evacua a cada mamada. Como ele só se alimenta de leite, é absolutamente normal que as fezes sejam pastosas. Em alguns casos, podem até ser líquidas com gruminhos. Por isso, não precisa se preocupar: ele não está com diarreia. A cor também é bastante característica: amarelo-ouro.

8. Tudo bem se ele ficar muitos dias sem fazer cocô?
O recém-nascido pode ficar até dois dias sem evacuar. Isso não é comum, principalmente em crianças que mamam no peito, mas pode acontecer. Uma dica é estimular o ânus do bebê com uma gaze enrolada no dedo. Em geral, só de tocar superficialmente a região, o pequeno já consegue fazer cocô. Se o problema persistir, procure um pediatra.

9. O bebê precisa arrotar toda vez que mama?
Ele não precisa necessariamente arrotar, mas o ritual do colo é fundamental e tem de ser repetido depois de cada mamada. Deixe a criança em posição vertical deitada de barriga sobre seu tórax e dê tapinhas muito sutis nas costas. Ela deve arrotar logo. Agora, se não ouvir a eructação (sim, esse é o nome) após 15 minutos, pode deitá-la sem medo. O arroto é importante porque o bebê engole ar enquanto suga o leite e precisa colocá-lo para fora. Caso contrário, vai ficar incomodado e até regurgitar.

10. Posso sair pra passear com ele?
Sim, desde que siga algumas regras básicas. A primeira delas, muitas vezes esquecida, é colocar a criança sempre na cadeirinha própria para transporte em automóveis. Outra: fuja de locais fechados e aglomerações, mesmo que seja na casa dos avôs. Um simples resfriado pode ter consequências mais sérias em um recém-nascido. O frio e o vento também podem ser bastante nocivos para o bebê. Procure agasalhar principalmente a cabeça dele. Mas sem exageros. Calor demais faz mal.

11. Será que ele está com frio? Devo caprichar nos agasalhos?
O excesso de roupa pode causar até febre ou desidratação no bebê. Fique atenta a isso. A sensação de frio do recém-nascido não é muita diferente da sua. Enrolá-lo em duas cobertas numa tarde quente de primavera seria uma decisão errada. Se a temperatura for de 30 °C, pode deixá-lo com uma camiseta de manga curta e tecido fino.

12. As visitas podem carregar o bebê?
Podem, mas nada de beijo. Exija também que todos lavem as mãos. E gente espirrando nem deve passar perto do pequeno – o melhor é aparecer outro dia. É que nessa fase as defesas das crianças, principalmente contra os famigerados vírus, ainda estão em desenvolvimento. Outra coisa importante: não permita tumultos em casa ou a peregrinação de colos. Tanto você como o bebê precisam de tranquilidade. Aliás, as visitas devem permanecer na sala e não no quarto do bebê. Se alguém insistir em vê-lo dormindo no berço, permita apenas uma pessoa por vez. A presença de muitas pessoas pode estressá-lo.

13. Preciso acordá-lo de três em três horas para mamar?
Quem decide a hora de mamar é a criança. Dê o peito a ela sempre que quiser. Em geral, isso deve acontecer sete ou oito vezes ao dia, o que significa uma mamada a cada três horas. Mas podem ser dez ou seis, e tudo bem! Não existe regra. Agora, se você tem um filhote muito dorminhoco, uma dica é aproveitar as trocas de fralda, que devem acontecer a cada quatro horas no máximo, para oferecer o peito.

14. Será que ele tem refluxo?
O refluxo é a exceção, e não a regra. Ele só se caracteriza quando a criança perde peso mesmo mamando. Daí a importância do acompanhamento médico. Mas a regurgitação é normal. É um fenômeno que acontece por causa da imaturidade da válvula que controla a passagem do leite no esôfago. Ou, então, porque o bebê mamou mais leite do que seu estômago comporta. Seja como for, não se desespere cada vez que o líquido voltar. Procure apenas fazê-lo arrotar após as mamadas e, se ele é desses que expelem golfadas em forma de jatos, procure inclinar a base do berço.

15. E se meu leite for fraco?
Não existe leite fraco ou forte. A mãe produz todos os nutrientes necessários para seu filho. O que acontece é que a composição do líquido varia. Assim, as quantidades de proteínas e gorduras mudam de uma mamada para outra ou até durante uma mesma mamada. Por isso, é fundamental que o pequeno esvazie os dois peitos por completo – e que você esteja a postos para oferecê-los sempre que ele quiser. Além de ter a certeza de que a criança está bem nutrida, isso vai ajudar você a voltar à forma mais rapidamente. É que o hormônio responsável pela reposição de leite é o mesmo que estimula a contração do abdômen.

16. O que faço para o bebê conseguir mamar?
Amamentar é uma tarefa que exige orientação. Não ache que você vai conseguir dar o peito com facilidade para seu primeiro filho sem receber alguma instrução. Nessa hora, avós, enfermeiras e até médicos se tornam tutores. No passado, a mulher recebia todas as referências em casa. Hoje em dia, as famílias estão mais dispersas e menos participantes. Por isso, fique alerta. Existem técnicas para tornar os mamilos mais propensos à amamentação, inclusive para evitar rachaduras. Agora, se o bebê demorar para pegar o peito e começar a chorar, não se desespere. E, principalmente, não desista do aleitamento. Vale a pena ter paciência e insistir.

17. Posso mexer no umbigo do meu filho?
Não só pode como deve. Ignore qualquer um que fale o contrário. Com o tempo, essa cartilagem vai secar e cair. Mas é preciso limpá-la para evitar contaminações. E isso não causa dor na criança. Portanto, faça o curativo sempre, de preferência após o banho. Sair sangue também é comum, não se preocupe. Use cotonete com álcool 70%, contornando o umbigo com delicadeza e sempre em um único sentido – no sentido horário, por exemplo. Ele vai cair entre sete e 14 dias.

18. Posso comer qualquer coisa ao amamentar?
O ideal é seguir uma dieta saudável, rica em frutas, legumes, verduras e grãos integrais. Água também é muito importante. Procure beber de 1 litro e meio a 2 litros além do que você já consome – tenha sempre uma garrafinha por perto e tome mesmo sem ter vontade. A água é essencial para a formação do leite. Temperos mais fortes, como alho e pimenta, são contraindicados. Eles alteram o gosto do leite e isso pode ter reflexos na amamentação. Chocolate, café, erva-mate e outros alimentos do gênero também devem ser evitados. A cafeína agita a criança e atrapalha o sono. Por fim, evite exagerar no leite de vaca, que pode induzir a uma intolerância da criança à proteína desse alimento.

Fontes:                                                                              

Paulo de Jesus Hartmann Nader, presidente nacional do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), e Mario Cícero Falcão, médico encarregado da Unidade de Cuidados Intensivos Neonatal do Instituto da Criança da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

DOE SANGUE SALVE VIDAS



DOE SANGUE SALVE VIDAS 


         A Estrategia da Saúde da Família, contribuim para salvar vidas no Fim de ano.
         Equipe Ouro realizou doação de sangue e cadastro no banco de doação de medula no HEMORIO.     
          Inicialmente ajudando outras 28 pessoas. 
         Cada pessoa que doa sangue ajuda outras 4 pessoas. 


                          Faça você a diferença.


   
      











  • TODOS TEMOS O PODER DE SER UM SUPER-HERÓI 

    
     


sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O QUE É PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA



         O Ministério da Saúde criou, em 1994, o Programa Saúde da Família (PSF). Seu principal propósito: reorganizar a prática da atenção à saúde em novas bases e substituir o modelo tradicional, levando a saúde para mais perto da família e, com isso, melhorar a qualidade de vida dos brasileiros.
            A estratégia do PSF prioriza as ações de prevenção, promoção e recuperação da saúde das pessoas, de forma integral e contínua. O atendimento é prestado na unidade básica de saúde ou no domicílio, pelos profissionais (médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e agentes comunitários de saúde) que compõem as equipes de Saúde da Família. Assim, esses profissionais e a população acompanhada criam vínculos de co-responsabilidade, o que facilita a identificação e o atendimento aos problema de saúde da comunidade.
           Diante dos ótimos resultados já alcançados, o Ministério da Saúde está estimulando a ampliação do número de equipes de Saúde da Família no Brasil. E, para isso, é fundamental a mobilização das comunidades e dos prefeitos, pois só por intermédio deles as portas dos municípios se abrirão para a saúde entrar.

Fonte: Ministério da Saúde 

 
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